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Financiamento Imobiliário – Qual Banco Escolher?

O sonho da casa própria é algo que muitas pessoas têm e o financiamento imobiliário é uma ótima opção para tentar alcançá-lo.

Segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), a tendência para o ano de 2021 é a continuidade do crescimento que houve no ano anterior e que quebrou recordes no volume de financiamentos.

Com isso, muitas questões surgem e saber qual o banco escolher para realizar essa negociação é uma delas. Neste artigo, você verá:

informações sobre taxas de juros dos bancos para financiamento imobiliário; o que levar em consideração ao escolher o banco para o financiamento.

Informações sobre taxas de juros dos bancos para financiamento imobiliário

O melhor banco para fazer o financiamento imobiliário é aquele que melhor se encaixa em seu orçamento e nas suas necessidades. É muito importante estudar e avaliar todas elas para escolher a melhor opção de banco para a sua negociação.

Uma dúvida muito comum quando falamos de financiamento é sobre a taxa de juros que o banco cobra e se ela é a mesma em todos os bancos. A resposta para esse questionamento é não!

Cada uma das instituições bancárias têm suas taxas e condições de parcelamento. Bancos como Santander e Bradesco reduziram as taxas de juros de financiamento recentemente, facilitando o fechamento do negócio com o cliente.

Além das taxas, também existem as condições de parcelamento que as instituições financeiras oferecem e, dependendo de como for, uma pode se mostrar mais vantajosa do que a outra para a sua negociação. Na grande maioria das instituições financeiras, por exemplo, você pode utilizar parte do FGTS como pagamento.

Fique de olho no CET (Custo Efetivo Total). Para entender melhor o que está atrelado a ele quando falamos de financiamento imobiliário, leia a seguir:

Custo Efetivo Total – atente-se à ele!

O CET é a união de todas taxas e despesas no processo de uma operação de crédito. Sendo representado por esta sigla, é uma constatação de qual valor será pago pelo empréstimo concedido, representando o valor final total da dívida. Além disso, é uma obrigação das instituições financeiras, pois elas precisam informar esse dado para qualquer financiamento e empréstimo.

Atualmente, o custo de crédito imobiliário está entre uma das melhores taxas dos últimos anos e os principais valores incluídos no CET são:

  • seguros obrigatórios – seguro de imóvel, de invalidez ou morte que estão embutidos no contrato pelo banco;
  • índice atrelado, como a Taxa Referencial (TR) ou IPCA, que é somada à taxa de juros anterior;
  • taxa de administração do contrato – um valor fixo que varia entre R$25 e R$100 no mês;
  • taxa de juros de crédito imobiliário anual do banco.

O que levar em consideração ao escolher o banco para o financiamento

Apesar de existirem variáveis que influenciam na escolha, como o tipo de imóvel e preferências de quem vai adquiri-lo, decidir o banco para a negociação deve ser uma escolha segura e consciente.

Os aspectos importantes para se levar em consideração no momento de decidir, estão aqui:

Formas de financiamento

No Brasil, as duas principais formas de financiamento imobiliário são pelo SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário) e SFH (Sistema de Financiamento Habitacional). Ambas foram desenvolvidas pelo Governo Federal para suprir o déficit habitacional no país.

O Sistema Financeiro de Habitação é garantido pelo FGTS (recurso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), e entre as suas regras estão:

  • prazo de quitação da dívida é de até 35 anos (420 meses);
  • compra deve ser feita exclusivamente por pessoa física;
  • base de recursos vem da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Já no Sistema de Financiamento Imobiliário, o objetivo é suprir a carência do SFH servindo para valores de R$950 mil, logo há um risco maior que é refletido nas taxas de juros e variáveis.

Amortização

Para cada instituição financeira existe uma modalidade de amortização de dívidas. Entre as mais comuns, a mais praticada no Brasil é:

  • sistema de amortização constante (SAC) – neste tipo de modalidade, as prestações são decrescentes e, conforme a dívida vai sendo paga pelo devedor, somado também ao fato dos juros serem calculados a partir do que se deve, ocorre a diminuição do valor da prestação do seu financiamento.

Agora ficou mais fácil de saber o que levar em consideração na hora de escolher o banco para o seu financiamento de imóvel, certo?

Confira também como fazer a escritura de imóvel com contrato de compra e venda e muito mais no blog da Tecimob!