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Entenda as condições e restrições de crédito na Caixa Econômica Federal

Entenda as condições e restrições de crédito na Caixa Econômica Federal

Estar bem informado é essencial na carreira do corretor de imóveis, afinal é ele que orientará seus clientes durante a compra do imóvel – e qualquer falha pode resultar em falta de confiança. Claro que é praticamente impossível saber de tudo o tempo inteiro, mas alguns assuntos devem ser muito bem dominados, como as regras da Caixa Econômica Federal (CEF) para a concessão de crédito imobiliário. Por isso nós preparamos um guia rápido que vai ajudar você a compreender melhor como funcionam vários benefícios da Caixa, assim como condições e restrições ao financiamento.

Condições para requerer um financiamento pela Caixa Econômica Federal 

A Caixa Econômica tem várias linhas de financiamento, é preciso ver em qual delas o seu cliente se encaixa – em relação à renda, à condição de correntista ou quotista da Caixa, etc. No entanto, algumas condições são comuns a todos elas.

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É preciso ser maior de 18 anos ou ser emancipado com 16 anos completos; ser brasileiro ou ter visto permanente no país; possuir capacidade civil e de pagamento. É justamente em relação a este último item que muitas vezes caem as restrições, que falaremos mais adiante, e para o qual são pedidos diversos documentos de comprovação de renda.

Os documentos necessários para aprovação do cadastro e crédito são:

  • carteira de identidade;
  • comprovante de renda;
  • última declaração de Imposto de Renda e recibo de entrega à Receita Federal;
  • no caso de uso do FGTS, carteira de trabalho ou extrato do FGTS;
  • certidão do imóvel de inteiro teor da matrícula.

É importante saber também que a Caixa se faculta o direito de pedir quaisquer documentos adicionais que julgar necessário para a avaliação da situação cadastral do seu cliente.

Imóvel precisa passar por uma avaliação

A Caixa faz uma avaliação do imóvel através de seus engenheiros credenciados, que observarão, também, se o valor do mesmo corresponde ao valor declarado para o financiamento. Além disso, toda a documentação do imóvel será ser avaliada e a própria CEF indicará a melhor faixa de financiamento e a necessidade de apresentação de novos documentos, se houver. Depois de tudo entregue e validado, é a hora da assinatura do contrato.

Dica

Lembre-se, no entanto, que no site da CEF é possível fazer uma simulação de financiamento, o que pode ajudar bastante o seu cliente a se decidir pela compra do imóvel. Ajude-o a escolher as melhores opções, que partem de 10% de entrada com 90% de financiamento e 35 anos para pagar, de acordo com a capacidade dele de entrada e comprometimento da renda. Não esqueça de calcular também as taxas e impostos a serem pagos, como o valor do ITBI, custas do contrato e tarifas bancárias.

Atenção às possíveis restrições

O nome negativado – o famoso nome sujo na praça – é a maior causa de negativa do financiamento pela CEF. A análise feita pela Caixa, neste caso, é bem ampla e inclui principalmente Serasa, SPC e similares (inadimplência junto ao comércio e serviços); Banco Central (pela emissão de cheques sem fundo); restrições e pendências na Receita Federal e no INSS (falta de entrega de declaração de IR, problemas cadastrais de CPF, inscrição na dívida ativa etc.); Justiça Trabalhista (no caso do vendedor do imóvel, o que também pode embarreirar o financiamento); entre outros.

Dica

Se houver algum problema de restrição oriente seu cliente a descobrir qual a empresa que a originou e resolver a situação. No caso do comércio, ele deve quitar a dívida, no Banco Central, pagar e pegar o cheque que motivou a inclusão do seu nome no cadastro e levá-lo até o banco para retirar o nome, e na Receita e no INSS, será preciso que ele procure uma agência para fazer a correção. Em relação à Justiça do Trabalho, oriente-o a fazer uma consulta no site do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e a procurar um advogado para auxiliá-lo.

Usando o FGTS para dar a entrada no financiamento da Caixa

Você sabe, é claro, que o FGTS pode ser utilizado para o pagamento da casa própria, mas preste atenção nas regrinhas na hora de orientar o seu cliente. O FGTS pode ser usado ma seguintes situações: para compra, construção, amortização ou quitação do saldo devedor.

No caso da compra, que é o que interessa aqui, o FGTS pode ser usado para reduzir em até 80% o valor das prestações em até 12 parcelas consecutivas – desde que o contrato tenha sido assinado pelo Sistema Financeiro de Habitação.

O primeiro passo é consultar o saldo da conta de FGTS e juntar a documentação necessária, que é o documento oficial de identificação; extrato da conta vinculada ao FGTS; carteira de trabalho para comprovação do tempo de trabalho sob o regime de FGTS ou declaração do órgão gestor da mão de obra ou do sindicato em caso de trabalhador avulso; e declaração de Imposto de Renda.

Dica

Há várias regrinhas bem específicas do próprio Fundo que são interessantes você saber para orientar o seu cliente, cujas respostas você encontra no site do próprio FGTS.

Com essas informações você pode prestar um serviço diferenciado para seus clientes, conquistando cada vez mais a sua confiança e abrir portas para indicações de muitos outros negócios no futuro.

Quer saber mais sobre regras de financiamento? Deixe aqui a sua dúvida e em breve nós responderemos com outro post!

 

Tecimob

Tecimob é uma plataforma online de gerenciamento de sites e um CRM para corretores e imobiliárias. Foi criada no intuito de ajudar corretores que estão entrando no mercado a poderem se firmar e se autoavaliarem na carreira.

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4 Comentários em "Entenda as condições e restrições de crédito na Caixa Econômica Federal"

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Antônio
Visitante

Eu kero vender uma casa localizada no final de linha da barraquinha

Marcos
Visitante

Boa tarde! Esse CONRES da caixa é licito ? Pois fui vender meu imóvel onde não tenho restrição no SPC nem no SERASA, na consulta sai nada consta, nunca tive conta na caixa e estão dizendo que tenho restritivos nesse tal de CONRES, lembrando que sou o vendedor do imóvel. Tive restritivos no passado em outros bancos, não tenho mais.

Rayane
Visitante

mesmo que eles não costem mais no SPC/SERASA

Rayane
Visitante

divida de banco sempre permanece, você tem que ir atrás desses débitos e negocia-los para poder vender, passei por algo parecido também.

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